sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Abajur - Iluminação de efeito

Abajur
Abajur é uma forma de iluminação que fica geralmente em cima de uma  escrivaninha, ao lado da cama conforme seu uso. A palavra abajur vem do francês  (abat-jour) que significa “abaixar a luz”. Geralmente ele é coberto por um material cônico, para impedir que o usuário enxergue a luz diretamente da lâmpada. Em Portugal, abajur (ou abajour) não se refere à luminária (ou candeeiro), mas sim a este material cônico, que resguarda a luz e que lhe atenua a intensidade.
Abajur de mesa
História
Sua história começa no século XVI no centro de Paris, em cujas ruas ocorreu sua primeira aparição pública. As primeiras luminárias públicas em Milão foram financiadas por receitas da Loto, data de 1784. Estas foram luminárias contendo uma lâmpada de petróleo. Um semi-esférico refletor acima do projetor chama a luz para baixo, enquanto outro refletor, levemente côncavo e perto da chama, serviu para direcionar a luz ultimamente.

Friedrich Albert Winsor primeiro teve a idéia de industrialização iluminação através da produção de gás em uma fábrica e distribuindo-a através de um gasoduto. Nas primeiras décadas do século XIX, as empresas concorrentes estabeleceram lampiões a gás e a primeira rede de gás nas grandes cidades. Mas havia temores de explosão e de intoxicação.

A chama alimentada pelo gás que sai do bocal foi intensa, uniforme e ajustável, branca e brilhante ou avermelhada em vez de laranja, com o petróleo como lâmpadas ou velas. As desvantagens do gás iluminação foram sobreaquecimento do ar e extremamente elevado consumo de oxigênio, tornando necessária a ventilação da sala ou isolar a chama, separando a sala onde a combustão teve lugar.

Em 1879, Joseph Swan, e Thomas Edison desenvolveram independentemente - combinar e aperfeiçoar elementos já existentes decorrentes da investigação de Humphry Davy, De Moleyn e Göbel - o filamento incandescente, lâmpada elétrica.

Para disfarçar a intensa luz elétrica, luminárias foram utilizadas. Algumas foram feitas por Tiffany em vidro colorido. A grande vantagem da lâmpada elétrica foi a ausência de chama e vestígios de combustão, evitando, assim, todos os riscos de intoxicação, explosão ou incêndio. No início, o filamento carbonizado foi feita de fibras vegetais e, em seguida, fibras de bambu e, finalmente, ligas metálicas, até que, no início do século XX, inventou o filamento de tungstênio, e em 1904 foi estabelecido.

Fonte: Wikpédia


Abajur dá um toque diferente aos ambientes
Por Duda Schwab - Equipe BBel
No teto sem iluminação, somente abajur - Foto: Sérgio Israel
Salas, quartos, halls e outros cômodos ganham um charme extra com abajures. Ideais para iluminar de forma indireta, "quebrando" o escuro e deixando o ambiente mais aconchegante, eles também podem complementar a decoração, trazendo cores e texturas diferentes aos espaços.

No projeto acima, desenvolvido pelo arquiteto Maurício Karam, os abajures fazem toda a diferença na decoração, já que a iluminação do teto foi totalmente eliminada. No lado direito da foto, um abajur com a cúpula em seda vermelha e a base em madeira dourada traz sofisticação. Ao lado do espelho, no canto esquerdo, um pequeno abajur em tons de preto e cinza destaca o aparador em vidro.

 Abajur em cima de uma mesa

Para quem gosta de luxo, o abajur ao lado é perfeito. Feito em vidro murano e pó de ouro, o design da década de 50 combina com ambientes mais refinados. Cada um sai por R$ 8.900,00 na loja Autore, em São Paulo.

Roberta Figueiredo
No projeto acima, a arquiteta Cristiane Schiavoni optou por um abajur moderno para dar um ar mais intimista ao espaço, uma sala de home teather. "A luz também valorizou os quadros expostos, que fazem parte da memória afetiva do proprietário", comenta Cristiane.

 sala com abajur em aço

O abajur em aço combinando com outras peças da decoração, como os pesos de papel e o mini ventilador fazem parte do projeto da arquiteta Fernanda Marques. "Um abajur bem posicionado pode fazer toda a diferença na hora de compor um ambiente. E não se trata apenas de ampliar as possibilidades de iluminação. Desde que bem escolhido, ele pode também tornar o espaço ainda mais acolhedor e até mesmo ser o ponto central da decoração", analisa a arquiteta.

Foto: Lucas Fonseca
O dormitório acima, projetado por Crisa Santos, recebeu luminárias fixas na cabeceira para melhor aproveitamento do espaço nos criados mudos. Os abajures articulados foram pensados para que os moradores pudessem ler na cama, sem incomodar o sono do companheiro. "Sugerimos essa cúpula que veda um pouco a luz, sem interferir na leitura nem no descanso de quem está ao lado", aponta Crisa.

 Sala com abajur em pé de cerâmica

Também para a leitura, esse abajur em pé, feito de cerâmica em pátina branca e cúpula em linho natural moderniza o ambiente. O projeto, idealizado e concebido por Maurício Karam, compõe o espaço e equilibra a contemporaneidade do imobiliário de traços retos com a inovação do modelo do abajur em pé.

Fonte: http://bbel.uol.com.br/decoracao/post/abajur-da-um-toque-diferente-aos-ambientes/page3.aspx

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Rio de Janeiro - Cristo Redentor Faça um Tour .


Tour Aéreo - Rio de Janeiro/RJ - Cidade Maravilhosa

Realmente é uma maravilha a cidade do Rio. Faça um tour pelo Cristo Redentor e aprecie essa paisagem exuberante. Neste link abaixo você ficará surpreso com este passeio.
É apresentado várias vistas que são um verdadeiro espetáculo.

Você verá neste link:

- Vista aérea;
- Vista frontal;
- Vista lateral da estátua - Cristo Redentor;
- Vista do mirante;
- Vista do braço direito e
- Vista da cabeça


A imagem tem 138.286 x 36.532 Pixels, ou seja, + de 5 Gigapixels "reais".
Esta gigafoto composta a partir de 685 clicks e cobre 360 graus de visão.
Foi produzida no dia 10 de janeiro de 2011.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Rochas

Pedras, granitos, rochas e muito mais.

Acesse o link abaixo e fique por dentro de vários assuntos interessantes.

Rochas - a sua revista online

Divirta-se!




sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Lofts - Saiba um pouco mais

O nome loft se refere a água furtada (calha), mezanino, mansarda (é a janela disposta sobre o telhado de um edifício), sótão ou espaço semelhante (geralmente usado para armazenagem) sem repartições, situado logo abaixo do teto de uma casa, fábrica, celeiro, galpão ou armazém. Seu uso na arquitetura, pode ser encontrado desde o século XIII, na expressão hayloft, que é um depósito de feno situado em mezanino de celeiros, sendo também usado como alojamento de empregados da fazenda.

Galpão em Bruxelas, trasnformado num edfício de lofts.
Fonte: Wikipédia

Conceito

O Conceito de loft urbano foi consagrado mundialmente, com os grandes espaços industriais de Nova Iorque, convertidos para uso residencial mostrados em filmes de Hollywood, tais como, Flashdance e Ghost. Tamanha foi a repercussão desta época, que hoje, muitos dos apreciadores do Loft Living (vida em lofts), atribuem seu local de nascimento a NY, ignorando suas origens rurais e que sua primeira versão urbana, aconteceu na França, no década de 50, com os apartamentos da Cité Radieuse, do arquiteto urbanista Le Corbusier.

No período, do final da década de 60 e inicio da década de 70, eram considerados lofts, somente os grandes espaços convertidos, situados nos andares superiores de industriais e galpões. Guardadas as devidas proporções, os lofts representavam um espaço residencial diferenciado, que só encontrava paralelo, nos sofisticados apartamentos de cobertura (en:penthouse apartment).

Com a exposição em filmes, como espaço sofisticado mas despojado, rapidamente, o mercado imobiliário, passou a oferecer Soft Lofts e Loft Apartments, um tipo de residência menor, mas com quarto situado em mezanino, pé direito elevado (geralmente duplo), plano aberto (en:open plan), planta livre, sala e cozinha integrados, e na maioria dos casos, grandes áreas envidraçadas. Em Smallville (série), da Warner, o jovem Clark Kent, é mostrado em diversos episódios, em um hayloft transformado em barn loft (Loft residencial de celeiro).

Para manter o nome loft, convencionou-se que o nome se devia ao fato de que o dormitório ficava situado no mezanino, e não ao fato de que ficava em um andar elevado, como um apartamento de cobertura. Contribuiu para esta transposição o fato de que as camas conhecidas como "camas de campanha", no Brasil, serem conhecidas nos EUA, como camas loft (en:loft beds).

A partir de 2000, tem sido mostrados em revistas e mostras de decoração como a Casa Cor, no Brasil, espaços denominados como loft, onde o nome é justificado, pelo plano aberto (en:open plan) integral, ou seja, pela ausência de divisões tanto verticais (mezanino), como horizontais (particionamento).

O conceito de loft continua evoluindo, incorporando novos elementos tais como, eficiência energética, sustentabilidade, design universal e acessibilidade. Tal é a quantidade e diversidade de adjetivos que estão sendo adicionados, que é provável que ainda demore para que loft deixe de ser sinônimo de inovação.

História

Os lofts contemporâneos têm projetos arquitetônicos inspirados no estilo de morar que nasceu em Nova York na década de 1970. Lá, velhos galpões e armazéns de edifícios foram reformados para servir de moradia para profissionais liberais, artistas, publicitários e executivos. Os lofts de Nova York eram conhecidos por não terem paredes dividindo os ambientes, pelos mezaninos de madeira ou ferro e seus grandes elevadores de carga, além de pés-direitos altos e grandes janelas. Os espaços foram concebidos com inspiração nos lofts criados pelo arquiteto francês Le Corbusier, na década de 1920.


A Elegância e praticidade do Loft

Por Renato Trentini - Equipe BBel
Publicado em 17/01/2012 na BBel
Loft
O conceito de loft surgiu em Nova Iorque, na década de 60. A ideia do projeto era pagar pouco e morar nas regiões industriais decadentes, como o Soho. Artistas plásticos popularizaram o conceito usando o imóvel como moradia e lugar de trabalho. No mesmo ambiente se confundiam ateliê, quarto, sala, banheiro e cozinha. No Brasil, a adaptação desse conceito resultou em construções com pé direito duplo e integração da área social com a cozinha.

O projeto da arquiteta Deborah Roig usou traços da decoração rústica para compor o ambiente. O rústico se faz presente nas plantas naturais escolhidas para decorar o ambiente e no revestimento da bancada da cozinha, desenvolvido em madeira. O pé direito duplo permitiu que o espaço criado pelo mezanino servisse de quarto e escritório, com um banheiro para atender os dois espaços.
 Loft decorado
Loft
A cozinha foi projetada na parte inferior, abaixo do mezanino. A separação da cozinha para a sala é feita pela diferenciação no piso, sendo a cozinha em madeira escurecida e a sala revestida por um tapete. O sofá branco contrasta com a cor marrom presente nos demais elementos do ambiente. A iluminação foi embutida no teto para criar um clima mais intimista nos cômodos.

Para evitar exageros e criar um espaço mais acolhedor, a arquiteta optou por tons claros na decoração do quarto e do banheiro. A cor branca foi escolhida para revestir as paredes, móveis e alguns detalhes da cama. O colorido ficou por conta da roupa de cama, que também varia em tons de marrom, contrastando com o carpete que forra o piso do mezanino.


O conceito de loft pede que a área íntima fique resguardada em um local fechado ou em um mezanino, longe das vistas de quem está na área social. As principais características desse tipo de arquitetura, o pé-direito alto e ausência de paredes como divisão interna, favorecem os ambientes conjugados.

A arquiteta Carla Kiss projetou o "loft do pai jovem" para ser um ambiente voltado para o homem, pai separado ou pai solteiro, que precisa trabalhar de vez em quando em casa e recebe o filho com conforto, reservando um canto especial para ele. "A ideia foi criar um espaço contemporâneo, aconchegante, masculino e com múltiplos usos e funções. O ambiente foi composto por uma área central dividida em sala de estar com home theater, o dormitório do pai e o quarto do filho", comenta a arquiteta.

Segundo Carla, o elemento escultural do projeto é um volume central vazado e revestido em mármore, onde funcionam a lareira e o suporte giratório para a televisão. A funcionalidade permite assistir TV tanto na sala como na cama do quarto principal.
 Loft decorado

O ambiente do loft que mais se destaca é o denominado "cantinho do filho", que conta com um espaço na parte inferior para a criança brincar e estudar. Já na parte superior, em uma espécie de minimezanino, o projeto contempla uma cama montada em tatame. O predomínio de iluminação azulada tende a criar um ambiente masculino. A decoração ainda conta com fotos metalizadas e miniaturas de motos. Para maior segurança , um corrimão foi instalado, bem como placas de vidro ao lado da cama que impedem a queda caso o pequeno se mexa durante o sono.

Neste outro Loft...

O ousado projeto da arquiteta Evelin Sayar usa uma estrutura em chapa de ferro para sustentar o mezanino, que também tem função de corrimão e guarda-corpo da escada. A opção pela cor "amarelo-Ferrari" se deu para complementar a temática do loft, que foi baseada na paixão do cliente por carros. Para não perder espaço na bancada, a arquiteta preferiu acoplar a televisão ao teto, tendo seu sistema de áudio e vídeo integrado entre os andares.

Tons claros foram escolhidos para as paredes, cama e armários, pois passam a sensação de amplitude. Em contraste, móveis com tonalidades mais escuras, como a mesa de centro, o sofá e a bancada da cozinha, dão um ar contemporâneo à decoração.

 Loft decorado

Os sofás em linho remetem ao despojado e ao masculino, características marcantes no ambiente. A mesa de centro, a mesa lateral e as cadeiras da mesa de jantar foram revestidas em couro envelhecido.

O living e a cozinha são integrados pelas cores branco e preto, sendo o tapete projetado com a gravura de uma pista de corrida. O painel atrás da cama serve como divisória para o closet, que também esconde o banheiro do loft.